Drywall de Meio Ambiente

A tecnologia drywall, que rapidamente vem conquistando a preferência de arquitetos, incorporadores e construtores brasileiros, causa baixíssimo impacto no meio ambiente, em comparação com os sistemas construtivos tradicionais, notadamente a alvenaria. Em primeiro lugar, gera uma quantidade de entulho muito menor, de cerca de 5% de seu peso (contra 30% da alvenaria convencional), o que facilita sua coleta e seu transporte. Além disso, seus resíduos, notadamente os restos de chapas e de perfis estruturais de aço, podem ser totalmente reciclados.

Os restos de perfis de aço galvanizado já têm soluções de reciclagem consagradas no mercado, a exemplo do que ocorre com a maioria dos metais, que podem ser facilmente reaproveitados pela indústria metalúrgica. Por outro lado, no caso específico das chapas para drywall, que são produzidas à base de gesso, testes efetuados em indústrias de cimento comprovaram que são 100% aproveitáveis no processo de produção do cimento, pois este requer uma certa quantidade de gesso, que, quando originário das chapas para drywall, apresenta um grau de pureza superior ao de outros componentes desse material utilizados no mercado, em razão do apuro tecnológico que cerca sua produção industrial.

A Rocher Construção Sustentável a seco, reconhece a importância da prática responsável em relação à comunidade e ao meio ambiente. Incentiva continuamente, entre as empresas associadas, a troca e o desenvolvimento das melhores ações de políticas ambientais que minimizem os efeitos da extração de matérias-primas, bem como das operações de industrialização, distribuição e aplicação de seus produtos no meio ambiente e em conformidade com as leis e regulamentações do país.
Reconhece ainda que, individualmente, cada empresa tem em sua filosofia de trabalho o compromisso de operar como membro responsável pelas comunidades local, nacional e global das quais fazem parte.

O gesso é um material ecológico em todas as suas fases de aproveitamento, desde a mineração da gipsita, sua matéria-prima, até a aplicação final dos sistemas de construção a seco baseados em chapas de gesso . Nestes, em particular, tem a capacidade de tornar os ambientes em que é utilizado mais agradáveis e confortáveis, em razão de suas propriedades físicas e biológicas:
• Atua como regulador do clima, mantendo o grau de umidade do ambiente em equilíbrio;
• É um isolante térmico e acústico natural;
• Não é inflamável, proporcionando proteção contra o fogo;
• É inodoro, livre de gases tóxicos;
• Não é agressivo à pele, daí ser aprovado para uso biológico;
• Tem baixa densidade e alta consistência;
• É eletricamente neutro;
• Não forma fibras nem poeira;
• Não tem efeito cumulativo no organismo pois é eliminado na urina;
• Sua extração, diversamente da de outras matérias-primas, não gera resíduos tóxicos e requer pouca interferência na superfície, em geral de duração relativamente curta.
Na Europa, onde a densidade populacional mais elevada requer um cuidado especial com a preservação dos solos aráveis ou por reservas florestais, os especialistas em meio ambiente das empresas de mineração têm tido pleno êxito na recuperação do equilíbrio das áreas mineradas, dando-lhes condições de reconstituição da flora e da fauna ou de reaproveitamento agrícola.

Da mesma forma, as fábricas de chapas de gesso e outros derivados da gipsita são instalações limpas, que somente liberam na atmosfera vapor d´água.